Porquê a Guerra? Reflexões sobre o destino do mundo, de Sigmund Freud e Albert Einstein

Uma proibição tão forte só pode elevar-se contra um impulso igualmente poderoso. O que nenhuma  alma humana deseja não precisa de ser proibido, exclui-se por si mesmo. A acentuação do mandamento “Não matarás” garante-nos justamente que descendemos de uma longuíssima série de gerações de animais, que tinham no sangue o prazer de matar, como talvez ainda nós próprios.

excerto de Porquê a Guerra? Reflexões sobre o destino do mundo, de Sigmund Freud e Albert Einstein (Edições 70)

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *